FutBR em Foco 05/02/2026 13:23

Mirassol: Como subir o nível da defesa em 2026?

Para deixar de ser uma surpresa e passar a ser protagonista, o Mirassol precisa de coragem para subir o patamar do seu sistema defensivo.

Glauber Bertagna

Colunista Olheiro Certo

Para deixar de ser uma surpresa e passar a ser protagonista, o Mirassol precisa de coragem para subir o patamar do seu sistema defensivo.

O Mirassol entra em 2026 sob uma diretriz sem precedentes: a Glória Eterna. Após um 2025 histórico, o objetivo agora é transformar o elenco que encantou o Brasil em uma força capaz de encarar gigantes sul-americanos. Se o ataque com Galeano e Negueba já provou ser elite, o diagnóstico para a Libertadores é claro: o Mirassol precisa de hierarquia defensiva.

Diferente de 2025, onde o foco era recuperação de ativos, em 2026 a palavra de ordem é sustentação. Analisamos as quatro posições onde o Leão precisa investir para não ser apenas um figurante no continente.

Perfeito, você tem razão. Para o Mirassol, o foco é cirúrgico nessas quatro posições para sustentar a estrutura que já funciona no ataque. Vamos ajustar o artigo para focar exatamente nessas carências (Goleiro, LE, LD e Volante), mantendo o tom de quem está montando um time para ser campeão.

Aqui está a versão final e ajustada:


🕵️ Painel de Scouting: O Mapa de Reforços para 2026


O Mirassol deve escolher nomes que tragam o "DNA de Libertadores" para o quarteto defensivo:

🧤 1. Goleiro (A Sucessão de Walter)

O setor mais experiente do país precisa de um nome que suporte o peso de decisões continentais e traga longevidade.

  • Santiago Mele (28 anos): O alvo principal. Nível seleção uruguaia, ágil e pegador de pênaltis.

  • Manuel Roffo (25 anos): Revelação argentina com reflexos de elite e alto potencial de revenda.

  • Ezequiel Centurión (28 anos): Cria do River Plate, acostumado com a pressão de grandes estádios e excelente com os pés.

  • Gabriel Grando (25 anos): Jovem com rodagem de Série A, pronto para assumir o protagonismo sob a mentoria de Walter.


🛡️ 2. Lateral Esquerdo (Vigor para a ala de Reinaldo)

Com Reinaldo sendo um especialista técnico, o Mirassol precisa de pulmão e intensidade para fechar o corredor.

  • Felipe Jonatan (27 anos - Livre): O equilíbrio perfeito. Livre no mercado, chegaria para disputar a titularidade absoluta.

  • Fabrizio Angileri (31 anos - Livre): Ex-River e Corinthians. Força física europeia e experiência de quem já ergueu taças continentais.

  • Kevin Rolón (24 anos - Livre): O vigor uruguaio. Ideal para jogos "cascudos" fora de casa onde a marcação é prioridade.

  • Sasha Marcich (27 anos): O "xerife" do setor, um dos melhores defensores 1x1 da Argentina.

  • Lucas Esquivel (24 anos): Opção de velocidade e juventude para transições agressivas.


🏎️ 3. Lateral Direita (O "Copeiro" da Ala)

  • Renzo Saravia (32 anos): A peça que faltava. Traz a agressividade argentina e a malandragem necessária para anular os pontas rápidos da Libertadores. É o "xerife" de corredor que o Leão precisa.


⚙️ 4. Volantes (O Ferrolho do Meio-Campo)

O Mirassol precisa de um "motor" que proteja a zaga e libere Shaylon e Neto Moura para criar.

  • Felipe Carballo (29 anos - Livre): Meio-campista moderno, recupera e chega para finalizar. O parceiro ideal para o estilo de jogo do Guanaes.

  • Santiago Cáseres (28 anos - Livre): Volante posicional europeu. Daria ao Mirassol uma saída de bola de nível internacional.

  • Jailson (30 anos - Livre): Campeão da América. Traz o vigor físico e a experiência de quem sabe como ganhar jogos de 1 a 0 na Argentina ou altitude.

  • Ronald (24 anos): A opção de combate e entrega física para manter a intensidade nos 90 minutos.

    📊 Conclusão do Olheiro


    O Mirassol de 2026 tem a chance de consolidar o maior projeto do interior paulista nas últimas décadas. A estratégia é inteligente: aproveitar as grandes rescisões do mercado (como Angileri, Jonatan e Carballo) para injetar hierarquia sem queimar o caixa em multas rescisórias.

    Se conseguir fechar essa "espinha dorsal" defensiva, o Leão deixa de ser um time que "joga bonito" para ser um time que "ganha títulos". A América está logo ali, e o caminho começa pela segurança lá atrás.

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